O roteador deixou de ser apenas a “caixinha do Wi-Fi” escondida na estante. Em pesquisas recentes, ele aparece como parte de uma nova geração de sensores domésticos capazes de perceber presença, movimento e até padrões de deslocamento dentro de casa. O ToqueTec explica como o Wi-Fi sensing funciona, por que essa tecnologia pode ajudar na segurança residencial e no cuidado com idosos, e se um roteador comum de casa já consegue fazer isso sozinho.
A ideia parece ficção, mas parte de um princípio físico simples: o sinal de Wi-Fi atravessa o ambiente, bate em paredes, móveis, portas e corpos humanos, e volta modificado. Essas alterações podem revelar se há alguém se movendo no cômodo. Quando essas variações são analisadas por inteligência artificial, o roteador pode deixar de ser apenas um distribuidor de internet e se tornar uma espécie de “radar doméstico” sem câmera.
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