Entre as preciosidades está um conjunto raro de plantas da década de 1930 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Acervo da Cedae com mapas históricos do Rio está sendo digitalizado — Foto: Divulgação O acervo da Cedae, com mais de 90 milhões de documentos que registram a evolução dos serviços de água e esgoto no Rio de Janeiro, está passando por um processo de migração para o ambiente digital. Entre as preciosidades do acervo está um conjunto raro de plantas do subterrâneo do Rio de Janeiro da década de 1930. Os documentos revelam a infraestrutura histórica da cidade em detalhes e já começaram a ser digitalizados, chamando atenção pelo valor técnico e histórico. Essas plantas fazem parte de um universo de cerca de 20 milhões de documentos já preservados até agora, incluindo mapas, projetos de engenharia e registros que ajudam a reconstruir a evolução dos serviços de saneamento na capital fluminense. Para garantir a preservação desse patrimônio para as próximas gerações, a companhia adotou a tecnologia da Piql Brasil, especializada em armazenamento de longo prazo. O material será armazenado em 480 rolos de piqlFilm, um tipo de filme de altíssima durabilidade desenvolvido para resistir à obsolescência tecnológica, além de ameaças como ataques cibernéticos, falhas de infraestrutura e desastres naturais. A iniciativa conta ainda com o apoio técnico do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, que auxiliou a Cedae na definição da metodologia arquivística do projeto.
Tesouro da engenharia carioca: mapas históricos do subsolo do Rio vão para arquivo digital permanente
Entre as preciosidades está um conjunto raro de plantas da década de 1930







