Nos cinco primeiros meses do ano, os FIDCs somaram emissões primárias de R$ 41,7 bilhões, alta de 36,5% na comparação com igual período de 2025 Os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) têm conseguido driblar a aversão ao risco no crédito privado e absorver parte da necessidade de capital das companhias. A indústria chegou a R$ 754 bilhões em maio, alta de 10% em um ano, na contramão da oferta de títulos como debêntures. A projeção é que o volume alcance R$ 1 trilhão em breve. Nos cinco primeiros meses do ano, os FIDCs somaram emissões primárias de R$ 41,7 bilhões, alta de 36,5% na comparação com igual período de 2025. A oferta de debêntures caiu 5,9%. Um exemplo de FIDC é o do varejista que vende produtos a prazo. Para receber o valor antecipado, empacota esses créditos e os vende com desconto a um fundo, que passa a receber os pagamentos dos clientes.

Mais recente

Próxima

Receita do sucesso

Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas