Fundos de recebíveis alcançam R$ 754 bilhões em maio com novos tomadores e investidores Maranhão, da Anbima, diz que menor volatilidade e ausência do come-cotas tornam FIDCs atrativos para o investidor — Foto: Rogerio Vieira/Valor Os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) têm conseguido driblar a aversão ao risco dos investidores no crédito privado e absorver parte da necessidade de capital das companhias brasileiras. Essa indústria chegou a R$ 754 bilhões em maio, aumento de 10% em um ano, na contramão da oferta de títulos de crédito, como debêntures, que está em retração. A projeção no setor é que o volume alcance R$ 1 trilhão dentro dos próximos meses.

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