Discretamente, integrantes do PL já começam a pensar em nomes para o lugar de Eduardo Bolsonaro como suplente do presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado (PL), que disputará o Senado por São Paulo.
A avaliação é que dificilmente será possível reverter a inelegibilidade do ex-deputado, que hoje vive nos EUA e foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) pelo crime de coação durante o processo que levou seu pai, Jair Bolsonaro, à prisão pela trama golpista.
Os deputados Mário Frias (federal) e Gil Diniz (estadual), ambos do PL, vêm sendo citados como alternativas.
O posto de suplente de Prado tende a ser disputado porque há grande chance de que ele, se eleito, exerceria funções nas eventuais gestões de Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência ou Tarcísio de Freitas (Republicanos) no governo estadual.
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