Vice-presidente também falou em 'espírito republicano'; senador baiano é suspeito de envolvimento no caso Master 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente Lula e o Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, Ministro da Fazenda, Fernando Haddad e Aloizio Mercadante (BNDS) anunciam nova linha de crédito para Indústria 4.0. — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/06/2026 - 16:22 Alckmin defende autonomia da PF em investigação sobre Jaques Wagner O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a independência da Polícia Federal na investigação envolvendo o senador Jaques Wagner, suspeito de receber vantagens indevidas no caso Master. Alckmin afirmou que o presidente Lula conduzirá bem a crise. Wagner, líder do governo no Congresso, nega envolvimento e permanece no cargo até decisão de Lula. A PF investiga pagamentos à nora do senador e um apartamento como propina. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou, neste sábado, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) irá "conduzir bem" a crise entorno do senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Congresso, além de frisar que a Polícia Federal (PF) possui independência para atuar no caso. Na última quinta-feira, o parlamentar foi alvo da Operação Compliance Zero por suspeita de envolvimento no caso Master a partir do recebimento de vantagens indevidas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. — O presidente Lula vai conduzir bem a questão e quero destacar o exemplo do governo com o espírito republicano. A Polícia Federal tem total independência para cumprir o seu trabalho — afirmou Alckmin, em declaração concedida a jornalistas durante agenda em Dom Aquino (MT), conforme informações do Valor Econômico. O futuro de Wagner no governo deve ser definido em um encontro presencial com Lula no começo da próxima semana, como mostrou o GLOBO. Há uma pressão no entorno da presidência para que o senador seja afastado da função, mas o assunto divide integrantes do Palácio do Planalto e aliados da Lula no Congresso. – Eu continuo na liderança até que o presidente Lula peça que eu me retire. Não acho que ele vai fazer isso, mas se ele fizer é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema – disse Wagner, em entrevista à BandNews, ainda na quinta-feira. Entenda a operação Em nota após a operação, o senador disse que “não tem conhecimento de nenhuma investigação, uma vez que jamais participou de qualquer intermediação ou negociação em favor da empresa citada”. A firma, por sua vez, nega irregularidades e diz que prestou serviços. Antes de ser alvo, o senador afirmou que esteve duas vezes com Vorcaro, e disse que achava "ótimo" caso ele resolvesse fazer um acordo de delação premiada, tentativa que acabou rejeitada pela PF e a Procuradoria-Geral da República. Wagner vinha classificando o escândalo do Banco Master como uma "trambicagem", negando qualquer envolvimento com as irregularidades investigadas e criticando reportagens que relacionavam seu nome ao caso. Em entrevistas e discursos no Senado, o petista afirmou estar "tranquilo e calmo", disse que não havia investigações sobre sua conduta e atribuiu o esquema a falhas de fiscalização do Banco Central.
Alckmin ressalta independência da PF após operação e afirma que Lula irá 'conduzir bem' crise com Jaques Wagner
Vice-presidente também falou em 'espírito republicano'; senador baiano é suspeito de envolvimento no caso Master













