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O Sana, grupo hoteleiro que celebrou um contrato de concessão com o Estado português para transformar o edifício conhecido como Quartel da Graça, em Lisboa, num hotel de cinco estrelas, pediu uma revisão deste contrato à Estamo. A empresa que gere o património imobiliário público está a analisar o pedido, que implica uma prorrogação dos prazos previstos no contrato e, enquanto não é tomada uma decisão, as obrigações contratuais do Sana estão suspensas. Dito de outra forma, neste momento, o grupo não está a pagar renda devida pela concessão do edifício. O Governo e a Estamo não esclarecem se alguma vez chegou a pagar os valores previstos, que, em termos acumulados, já ultrapassam os quatro milhões de euros.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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20 de Junho de 2026






