Os dois gols de Matheus Cunha diante do Haiti na vitória da seleção brasileira por 3 a 0, nesta sexta-feira (19), no segundo jogo na Copa do Mundo na América do Norte, reforçam uma preferência que Carlo Ancelotti vem demonstrando desde que assumiu a equipe verde e amarela.

O treinador parece valorizar atacantes capazes de participar da construção das jogadas, recuar para se conectar com o meio de campo, abrir espaço para companheiros, e não apenas ficar perto da área, à espera da bola.

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O atacante do Manchester United preenche esses requisitos. Escalado no lugar de Igor Thiago, o titular no empate com Marrocos (1 a 1), na estreia, o camisa 9 apareceu frequentemente fora da área, buscando a bola no meio de campo, além de facilitar as infiltrações de Vinicius Junior e Raphinha.

Os dois primeiros gols do Brasil nasceram justamente de um jogador presente na zona de finalização, mas cuja atuação foi muito além dela.