A razão para que Wagner permaneça no cargo deriva do estilo do presidente de não reagir no afogadilho Presidente Luiz Inácio Lula da Silva — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil A ordem é evitar quebra-queixo, abordagens que acontecem à entrada e saída de eventos, bem como entrevistas formais na tentativa de deixar o assunto ser engolido pela Copa do Mundo. A estratégia foi seguida à risca pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva hoje em Minas nos dois eventos dos quais participou, mas teve êxito mediano.

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