A partir de abordagem que combina visão estratégica, análise especializada e proteção a riscos cambiais, fundo multimercado registra desempenho de 110,88% nos últimos 12 meses Fundo permite que clientes acessem atual janela de oportunidade de investimentos por meio de uma curadoria que abrange os principais eixos da nova cadeia produtiva da IA — Foto: Divulgação O Fundo Safra Inteligência Artificial tem ganhado projeção pelos números registrados. De janeiro a maio de 2026, conquistou uma rentabilidade equivalente a 770,09% do CDI*. Só neste ano, no mesmo período, o instrumento já acumula 43,61% de valorização, enquanto o CDI avançou 5,66%. Primeiro fundo de IA do país, lançado em março de 2024, o produto é uma das principais portas de entrada para investidores que buscam exposição estruturada na nova economia digital. Quem investiu no fundo, desde o início, já dobrou o valor do seu patrimônio. Tendo como base a consolidação da IA como um dos motores mais relevantes da economia mundial, o Fundo Safra IA permite que clientes do banco acessem essa janela de oportunidade por meio de uma curadoria que abrange os principais eixos da nova cadeia produtiva da IA, como semicondutores, data centers e grandes modelos de linguagem (LLMs). Com um portfólio composto por alguns dos mais relevantes protagonistas da nova indústria digital, o fundo multimercado registrou um retorno de 110,88% nos últimos 12 meses; já a performance geral desde o início das operações é de 136,38%. Além da consistência estratégica, do histórico de desempenho e da tese orientada por dados concretos e atuais, os diferenciais incluem a visão especializada do Safra sobre movimentos de inovação e a proteção à exposição cambial apresentada pela modalidade. Roadmap de oportunidades O novo ciclo de inteligência artificial vem redefinindo fundamentos, propostas de valor e modelos de negócio de empresas dos mais diversos setores. De acordo com o último levantamento divulgado pelo Gartner, os gastos com IA devem atingir um volume total de US$ 2,52 trilhões até o final do ano, registrando um crescimento de 44% em relação ao período anterior. Entre os segmentos que vêm impulsionando essa expansão, a pesquisa destaca os investimentos em infraestrutura (US$ 1,36 trilhão), serviços de tecnologia (US$ 588,6 bilhões) e desenvolvimento de software (US$ 452,4 bilhões). Paralelamente aos impactos sistêmicos da inteligência artificial, as perspectivas de aceleração vêm sendo reforçadas por um novo ciclo de IPOs inaugurado pela captação da SpaceX. Impulsionado pela incorporação da xAI, empresa especializada no desenvolvimento de projetos de fronteira no setor, o valuation histórico de US$ 2,1 trilhões reforçou as expectativas igualmente trilionárias sobre a abertura de capital da OpenAI e da Anthropic, que protocolaram seus pedidos de IPO no início do mês. As projeções confirmam o potencial de retorno de uma visão que desloca as discussões teóricas sobre o potencial da IA para o início de uma era pautada pela captura efetiva de valor — abordagem que tem como pilar a transição de propostas ancoradas no engajamento exclusivo de consumidores finais para aplicações corporativas atreladas a investimentos massivos em produtividade, eficiência, redução de custos e personalização de serviços. No roadmap dessa evolução, se destacam as oportunidades reveladas pela evolução da chamada economia agêntica. Segundo estudo realizado pela consultoria MarketsandMarkets, o mercado de agentes de IA deverá aumentar de US$ 7,84 bilhões, em 2025, para US$ 52,62 bilhões em 2030, atingindo uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 46,3% durante o período. Alinhado a esse movimento, o compromisso do Safra com posicionamentos AI First pode ser observado na incorporação da tecnologia em sua própria arquitetura operacional e analítica. Norteada pela antecipação a cenários de transformações, a estratégia inclui integrações orgânicas às últimas versões das principais plataformas da atualidade, garantindo velocidade de execução, capacidade de inovação e pioneirismo tecnológico. Na medida em que a adoção da IA ganha tração exponencial em ecossistemas complexos, a combinação entre os movimentos de transformação cultural e a disponibilização de soluções competitivas para o mercado tende a se consolidar como um dos principais ativos para clientes, colaboradores e investidores, o que abre um caminho promissor para converter ciclos de inovação em oportunidades de retorno consistentes na nova economia digital. *O CDI, mencionado no material publicitário, não é o indicador de referência do produto, e trata-se de mera referência econômica. Setores aquecidos — Foto: Arte/Glab VETORES DE CRESCIMENTO Os setores-chave para desbloquear o potencial da inteligência artificial nos próximos anos: SEMICONDUTORES A cadeia de produção de semicondutores continuará a ampliar seu protagonismo na indústria de IA. Apenas no primeiro semestre, foram mais de US$ 298,5 bilhões em vendas contabilizadas. DATA CENTERS Além do aumento na demanda por estruturas de armazenamento flexíveis e escaláveis, a busca por fontes de energia renováveis e soluções de consumo eficiente será decisiva para sustentar o ritmo de expansão das plataformas. DISPOSITIVOS INTELIGENTES A limitação dos dados disponíveis para alimentar a evolução dos grandes modelos de linguagem deve pressionar as companhias a buscarem soluções que proporcionem experiências mais orgânicas e integradas às rotinas de empresas e consumidores.