Elevação de participação para mais de 25% dispararia a chamada “poison pill”, mas a cláusula foi excluída em assembleia geral extraordinária, com apoio dos principais acionistas Elevação de fatia para 25,795% tornou a Bonsucex Holding e Silvio Tini, da Bonsucex, principal acionista — Foto: Tuane Fernandes/Bloomberg A elevação de participação no GPA para 25,795% tornou a Bonsucex Holding e o empresário Silvio Tini, dono da Bonsucex, o principal acionista da varejista, ultrapassando a família Coelho Diniz, de Minas Gerais, e que também atua no setor de supermercados. Até 1° de junho, os Coelho Diniz, associados, detinham 24,875% do GPA, a partir das participações iguais dos irmãos Alex, André Luiz, Fábio, Henrique e Helton. O terceiro maior grupo acionista é a Segisor, ligada ao Casino, ex-controlador do GPA, que detinha 20,367% da companhia no início de junho. Ainda nas informações mais recentes da composição acionária, cerca de 30% dos papéis do GPA fazem parte do chamado "free float" – ou seja, estão em circulação na bolsa. Até segunda-feira (15), qualquer elevação de participação para mais de 25% dispararia a chamada “poison pill”, gatilho que obrigaria o acionista a fazer uma oferta por toda a companhia. Entretanto, a cláusula foi excluída em assembleia geral extraordinária, com o apoio de todos os principais acionistas. Conforme o Valor informou na segunda-feira (15), Tini era um dos principais interessados na ampliação da fatia.
Veja a divisão acionária do GPA, após Silvio Tini ultrapassar os Coelho Diniz em participação
Elevação de participação para mais de 25% dispararia a chamada “poison pill”, mas a cláusula foi excluída em assembleia geral extraordinária, com apoio dos principais acionistas








