Investidor eleva participação para 25,8%, critica a gestão do Casino e defende retorno aos padrões adotados pela família Diniz Hoje o maior acionista do GPA, ao elevar sua fatia de 24,5% para 25,8%, Silvio Tini disse ao Valor que pretende resgatar a história do grupo, dono da rede Pão de Açúcar. “O GPA tinha excelência de qualidade durante a gestão nas mãos da família fundadora [Diniz] e era um dos principais grupos do país. Com o controlador estrangeiro [Casino] houve um desmando geral. Para eles, era apenas um negócio”, afirmou. Nesta semana, foi derrubada a cláusula de “poison pill” no estatuto da rede, com o apoio de Tini. Sem a regra, ele pôde ter mais de 25% do grupo sem precisar fazer uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) pelo restante das ações. Fontes questionam o plano de Tini para a companhia.
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