0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Barra D'Or — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/06/2026 - 17:14 Rede D'Or: Família Moll Reinveste R$ 9,1 Bi em Expansão Estratégica Desde seu IPO em 2020, a Rede D’Or gerou R$ 9,1 bilhões para a família Moll, fundadora da empresa, superando a capitalização de mercado de empresas como CSN. Este valor inclui dividendos e venda de ações. Interessantemente, os Moll reinvestiram em ações da própria Rede D’Or e SulAmérica, demonstrando comprometimento a longo prazo. Analistas do BTG Pactual veem isso positivamente, destacando a estratégia de "skin in the game" e o potencial para novas alocações de capital. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Desde que realizou um dos maiores IPOs já feitos na Bolsa brasileira, em 2020, a Rede D’Or já proporcionou à família fundadora — os Moll — cheques que somam R$ 9,1 bilhões, calcula relatório do BTG Pactual. A cifra supera toda a capitalização de mercado de empresas como CSN ou PicPay e abrange desde dividendos até a venda de ações no IPO e em follow-on. E o que os Moll fizeram com essa montanha de dinheiro? Compraram ações... de Rede D’Or e SulAmérica, seus dois principais negócios. Para os analistas do BTG, o comportamento sinaliza alto grau do chamado “skin in the game” — ou seja, os fundadores estão colocando seu próprio patrimônio em jogo, o que denota alinhamento entre os objetivos deles e os dos demais investidores. “Em nossa visão, os controladores da Rede D’Or estão entre os poucos grupos controladores que continuam a destinar volumes significativos de capital próprio à companhia, com uma mentalidade genuinamente voltada para o longo prazo e para a perpetuidade do investimento. Vemos esse comprometimento de forma positiva e acreditamos que ainda há espaço para novas alocações de capital na ação”, escreveram os analistas do banco de André Esteves. Sugestão? Pelas contas do BTG, desde 2020, o clã carioca já gastou cerca de R$ 3,5 bilhões comprando papéis da Rede D’Or e da SulAmérica. A cifra equivale a 43% do valor líquido de impostos (R$ 8,1 bilhões) recebido pela família no período. Para os analistas, isso sinaliza que a família ainda teria outros R$ 4,6 bilhões que poderiam ter o mesmo destino, o que atenuaria ou mesmo neutralizaria um dos maiores “overhangs” (pressão negativa) sobre o papel hoje: a desmontagem da participação do GIC, o fundo soberano de Cingapura que é um acionista antigo do grupo hospitalar brasileiro. “Assumindo uma alavancagem de aproximadamente 50%, esse montante seria quase suficiente para adquirir uma participação comparável à atual fatia de 12,75% do GIC na Rede D’Or, avaliada em cerca de R$ 10 bilhões aos preços atuais de mercado”, sugeriram. “Naturalmente, essa análise depende da estratégia mais ampla de alocação de capital da família e não deve ser interpretada como uma previsão de futuras compras. Ainda assim, ela destaca a significativa capacidade financeira da família Moll e sugere que a pressão vendedora recente associada à redução da participação do GIC talvez não represente um fator negativo duradouro para a ação.” Fica a dica? Por ora, só os Moll sabem a resposta.
Rede D’Or gera renda multibilionária à família Moll — e Faria Lima olha para o destino dessa grana
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