Foi acusado pelo atentado que matou a estudante brasileira Giovanna Bezerra da Silva, de 17 anos, na escola Sapopemba, em São Paulo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Giovanna Bezerra da Silva tira fotos com seu celular. A estudante brasileira morreu no ataque em São Paulo — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 17:17 Adiamento do Julgamento de Neonazi Português Acusado de Massacre em SP A Justiça portuguesa adiou pela segunda vez a condenação de um neonazi português acusado de ordenar o massacre em uma escola em São Paulo, que resultou na morte da jovem brasileira Giovanna Bezerra da Silva. O réu, acusado de incentivar vários homicídios e pornografia infantil, teve seu papel reavaliado de autor para cúmplice em parte dos 200 crimes. O julgamento enfrenta complexidades devido à influência de grupos extremistas na internet e à questão da maturidade do acusado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Justiça adiou a decisão sobre a condenação do neonazi português que ordenou um massacre em São Paulo, causando a morte da estudante brasileira Giovanna Bezerra da Silva, de 17 anos. O Ministério Público havia pedido há um mês uma pena exemplar, que seria decidida ontem (18) pelo Tribunal de Santa Maria da Feira, cidade da qual ele, hoje com 18 anos, ordenava os massacres. É segunda vez que a leitura da decisão judicial é adiada. A primeira foi no final de maio, quando a data de ondem foi marcada. A previsão de nova sessão está marcada para início de julho. O motivo do adiamento seria uma "alteração substancial dos fatos", transformando o suspeito em cúmplice, retirado da situação de autor ou coautor de parte dos 200 crimes que é acusado. Então com 17 anos quando ordenou pela internet o massacre na escola Sapopemba, o português foi julgado por incentivar sete crimes de homicídio, um consumado e os outros seis na forma tentada. Havia dúvidas sobre crimes de pornografia de menores de autoria do acusado, que culpou a influência de um grupo digital. O grupo divulgava nas redes sociais conteúdo nazista, de pornografia infantil, incentivava automutilação, violência contra animais e ordenou ao menos três massacres no Brasil, dois impedidos. A Polícia Judiciária revelou detalhes sobre a atividade digital do acusado no início do processo, informando que é “um português que promovia o nazismo, incitando comportamentos extremistas”. Relembre O atentado aconteceu em 23 de outubro de 2023 e foi executado pelo brasileiro Y., então com 16 anos. Ele feriu mais três estudantes enquanto transmitia o massacre nos perfis do grupo nas redes. O MP concluiu na acusação que o brasileiro Y. não seria capaz de planejar e agir sozinho e que a influência do português foi decisiva. A defesa do português alegou falta de maturidade e afirmou que o sistema penitenciário de Portugal não tem preparo para lidar com jovens infratores.