PUBLICIDADE Outra brasileira fico gravemente ferida. Homem de 20 anos confessou o crime, e autoridades investigam motivação 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Silvilene Rocha, de 37 anos, foi morta a golpes de facão na Bélgica — Foto: Reprodução/Redes sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/07/2026 - 17:03 Brasileira é assassinada na Bélgica; jovem de 20 anos confessa Uma brasileira de 37 anos, Silvilene Rocha, foi brutalmente assassinada a golpes de facão em Marche-en-Famenne, Bélgica. Outra brasileira ficou gravemente ferida. Um jovem de 20 anos confessou o crime e está preso. O ataque ocorreu entre meia-noite e 1h da manhã em uma avenida, após as vítimas serem atacadas em um apartamento. A investigação, conduzida pela Promotoria de Luxemburgo, busca entender a motivação do crime. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma brasileira foi morta a golpes de facão na última segunda-feira (13), na cidade de Marche-en-Famenne, na região da Valônia, na Bélgica. A vítima foi identificada como Silvilene Rocha, de 37 anos. O principal suspeito do crime foi preso logo após o ataque e segue detido após confessar o assassinato, segundo a TV belga Lux. Outra brasileira, ainda sem identificação, ficou gravemente ferida. O crime aconteceu numa avenida, onde Silvilene foi perseguida, mesmo ferida, entre meia-noite e 1h da manhã (horário local) de segunda-feira. De acordo com as primeiras informações, as duas mulheres foram atacadas por um homem de 20 anos num apartamento de aluguel de temporada, e Silvilene teria corrido para a rua para escapar e pedir por ajuda. Uma testemunha tentou prestar os primeiros-socorros, mas não conseguiu salvar a brasileira, segundo a Lux. Segundo contou à mídia local, havia ferimentos profundos no corpo de Silvilene. Ao lado de fora do imóvel, na Avenida de la Toison d'Or, marcas de sangue eram vistas horas depois do crime. Silvilene Rocha é de Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais. A outra brasileira, que não teve a identidade revelada até o momento, ficou gravemente ferida, foi socorrida e não corre risco de morte. Desminadores da Bélgica buscam vestígios da Primeira Guerra Mundial 1 de 12 Desminadores vasculham o interior da Bélgica em busca de vestígios da Primeira Guerra Mundial — Foto: Nicolas Tucat/AFP 2 de 12 Nas planícies do noroeste da Bélgica, onde centenas de milhares de soldados morreram entre 1914 e 1918, vestígios do conflito estão por toda parte — Foto: Nicolas Tucat/AFP X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Projéteis e munições britânicos, alemães e franceses aparecem constantemente na superfície — Foto: Nicolas Tucat/AFP 4 de 12 A tarefa de rastreá-los e removê-los mantém o serviço de desminagem do exército belga ocupado diariamente — Foto: Nicolas Tucat/AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Fundado após a Primeira Guerra Mundial, o serviço concentra suas atividades ao redor da cidade de Langemark-Poelkapelle — Foto: Nicolas Tucat/AFP 6 de 12 A cada ano, suas equipes respondem a mais de 2.000 solicitações de fazendeiros ou equipes de construção para remover munições — Foto: Nicolas Tucat/AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Uma vez removidas, a equipe determina o quão perigosas as munições são e, com base nisso, como descartá-las: detonando-as do lado de fora ou queimando-as em um forno — Foto: Nicolas Tucat/AFP 8 de 12 Os próprios desminadores usam luvas grossas para manusear as relíquias enferrujadas, que podem conter fósforo branco, arsênio ou gás mostarda — Foto: Nicolas Tucat/AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Especialistas da Bélgica desenvolveram um grau de especialização no qual outros países passaram a confiar — Foto: Nicolas Tucat/AFP 10 de 12 Bélgica foi duramente atingida pelas duas guerras mundiais do século XX, mas foi a primeira que deixou, de longe, mais vestígios na terra — Foto: Nicolas Tucat/AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 Nas planícies do noroeste da Bélgica, vestígios da Primeira Guerra Mundial estão por toda parte — Foto: Nicolas Tucat/AFP 12 de 12 Desminadores do exército belga rastreiam e removem os materiais perigosos diariamente — Foto: Nicolas Tucat/AFP X de 12 Publicidade A cada ano, equipes respondem a mais de 2.000 solicitações As circunstâncias exatas e o motivo deste ataque ainda são investigados. O principal suspeito foi preso próximo ao local, logo depois do crime. Ao ser detido, ele confessou os ataques. Na audiência realizada na terça-feira, foi expedido mandado de prisão preventiva contra o homem após ser interrogado por um juiz de instrução. Ele não possuía antecedentes criminais, de acordo com a imprensa local. O suspeito também não teve a identidade divulgada até o momento. A investigação está sendo conduzida pela Promotoria de Luxemburgo, na Bélgica, segundo a TV Lux. Em nota divulgada após a prisão, a Promotoria afirmou que, "no interesse da investigação e por respeito à família da vítima", não fará novos comentários sobre o caso neste momento.
Brasileira de 37 anos é morta a golpes de facão na Bélgica; suspeito é preso
Outra brasileira fico gravemente ferida. Homem de 20 anos confessou o crime, e autoridades investigam motivação






