PUBLICIDADE Julgamento a portas fechadas durou quatro meses e culminou na sentença do então adolescente. Ele planejou atentado que matou a estudante Giovanna Bezerra da Silva em SP 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Giovanna Bezerra da Silva tira fotos com seu celular. A estudante brasileira morreu no ataque em São Paulo — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 01/07/2026 - 13:16 Neonazi português condenado a 6 anos por massacre no Brasil A Justiça de Portugal condenou um neonazi português a seis anos de prisão por ordenar um massacre que resultou na morte da estudante brasileira Giovanna Bezerra da Silva, de 17 anos, em São Paulo. O jovem, de 18 anos, foi julgado por incentivar sete homicídios e condenado por cinco crimes, incluindo tentativa de homicídio e apologia ao crime. O caso levantou preocupações sobre o aumento de crimes de ódio em Portugal. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Justiça de Portugal condenou hoje a seis anos de prisão o neonazi português que ordenou um massacre em São Paulo, causando a morte da estudante brasileira Giovanna Bezerra da Silva, de 17 anos. O Ministério Público havia pedido pena exemplar no julgamento de quatro meses a portas fechadas no Tribunal de Santa Maria da Feira, cidade da qual o jovem, hoje com 18 anos, ordenava os massacres. O português foi acusado de mais de 230 crimes, mas acabou condenado por cinco: tentativa de homicídio, maus tratos a animais (dois), apologia pública a crime e pornografia infantil. Então com 17 anos quando ordenou pela internet o massacre na escola Sapopemba, o português foi julgado por incentivar sete crimes de homicídio, um consumado e os outros seis como tentativas. Havia dúvidas sobre crimes de pornografia de menores do agora sentenciado, que culpou a influência de um grupo digital. O grupo divulgava nas redes sociais conteúdo nazista, de pornografia infantil, incentivava automutilação, violência contra animais e ordenou ao menos três massacres no Brasil, dois impedidos. A Polícia Judiciária revelou detalhes sobre a atividade digital do acusado no início do processo, informando que é “um português que promovia o nazismo, incitando comportamentos extremistas”. Relembre O atentado aconteceu em 23 de outubro de 2023 e foi executado pelo brasileiro Y., então com 16 anos. Ele feriu mais três estudantes enquanto transmitia o massacre nos perfis do grupo nas redes. O MP concluiu na acusação que o brasileiro Y. não seria capaz de planejar e agir sozinho e que a influência do português foi decisiva. A defesa do português alegou falta de maturidade e afirmou que o sistema penitenciário de Portugal não tem preparo para lidar com jovens infratores.
Neonazi português que ordenou morte de brasileira é condenado a seis anos de prisão
Julgamento a portas fechadas durou quatro meses e culminou na sentença do então adolescente. Ele planejou atentado que matou a estudante Giovanna Bezerra da Silva em SP









