Lai Ching-te afirmou rejeitar unificação com a China e disse 'defender segurança nacional' para 'manter modo de vida democrático', rejeitando 'domínio do Partido Comunista Chinês' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lai Ching-te, presidente de Taiwan, durante as celebrações do Dia Nacional em Taipé, Taiwan — Foto: An Rong Xu/Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 18/06/2026 - 02:28 Taiwan busca US$ 14 bi em armas dos EUA em meio a tensão com China O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, expressou a urgência na aquisição de armas dos EUA, no valor de US$ 14 bilhões, para reforçar a defesa nacional diante da ameaça chinesa. Lai rejeitou a unificação com a China e destacou a importância de preservar o modo de vida democrático da ilha. A possível venda das armas, no entanto, tem potencial de complicar as relações entre EUA e China, que considera Taiwan parte de seu território. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente de Taiwan afirmou nesta quinta-feira que espera que os Estados Unidos aprovem uma venda de armas de US$ 14 bilhões "o mais rápido possível" e reafirmou sua rejeição à unificação com a China. "Esperamos que a compra de armas seja aprovada o mais rápido possível", disse o presidente Lai Ching-te a repórteres em Taipei. A ilha, governada democraticamente, depende do apoio dos EUA para deter um possível ataque chinês, e Washington tem pressionado Taipei a aumentar seus gastos com defesa. Mas uma venda de armas complica as relações entre os EUA e Pequim, que considera Taiwan parte de seu território e não descarta a possibilidade de tomá-la, mesmo pela força. Veja fotos: China inicia exercícios militares inéditos em torno de Taiwan 1 de 6 Turistas presenciam helicópteros militares chineses sobrevoam a Ilha de Pingtan, na província de Fujian, um dos pontos do litoral chinês mais próximos de Taiwan — Foto: HECTOR RETAMAL / AFP 2 de 6 Helicóptero militar chinês sobrevoa a ilha de Pingtan, um dos pontos mais próximos entre China e Taiwan, na província de Fujian — Foto: Hector RETAMAL/AFP X de 6 Publicidade 6 fotos 3 de 6 Telão no centro de Taipé mostra míssil disparado durante exercício militar da China em Taiwan — Foto: HECTOR RETAMAL / AFP 4 de 6 Turistas observam trilho de fumaça de projétil lançado durante exercício militar chinês na ilha de Taiwan — Foto: Hector Retamal / AFP X de 6 Publicidade 5 de 6 Embarcações militares compõem a paisagem de ponto turístico de Taiwan — Foto: HECTOR RETAMAL / AFP 6 de 6 Helicóptero militar chinês sobrevoa a ilha de Pingtan, um dos pontos mais próximos entre China e Taiwan, na província de Fujian — Foto: Hector RETAMAL/AFP X de 6 Publicidade O secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse em maio que a venda de armas de US$ 14 bilhões está sob análise. Mesmo assim, Lai disse estar "muito esperançoso" de que a venda seja aprovada. "Os esforços de Taiwan para defender sua segurança nacional, manter seu modo de vida democrático e livre e rejeitar a unificação e o domínio do Partido Comunista Chinês não devem ser considerados uma provocação contra a China", declarou Lai. Os Estados Unidos reconhecem formalmente a região como parte da China, mas sua legislação exige que forneçam a Taiwan os meios necessários para sua defesa.
Presidente de Taiwan quer comprar mais de R$ 70 bilhões em armas dos EUA: 'O mais rápido possível'
Lai Ching-te afirmou rejeitar unificação com a China e disse 'defender segurança nacional' para 'manter modo de vida democrático', rejeitando 'domínio do Partido Comunista Chinês'











