Integrantes anunciavam os produtos em plataformas de venda conhecidas no mercado 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Produtos falsificados eram vendidos com preço abaixo do mercado — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 19:04 Operação do MP desmantela quadrilha de suplementos falsificados no RJ Uma quadrilha que fabricava e vendia suplementos alimentares falsificados foi desmantelada em operação do Ministério Público do Rio. Produtos eram vendidos em plataformas como Mercado Livre e Americanas, usando fotos de embalagens conhecidas. A investigação, liderada pelo CyberGAECO/MPRJ, resultou em mandados de busca contra 14 envolvidos, que serão processados por associação criminosa e falsificação. Empresas como Vitafor e Dux colaboraram nas investigações, destacando os riscos à saúde e à concorrência leal causados pela adulteração. A ação faz parte da Operação Convergência Nacional, visando desarticular grupos criminosos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma quadrilha que fabricava e vendia suplementos alimentares falsificados foi alvo de uma operação do Ministério Público do Rio nesta quarta-feira. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra 14 integrantes do grupo, que vendiam os produtos em plataformas de venda usando fotos de embalagens conhecidas a preços atrativos. A denúncia foi feita pelo Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (CyberGAECO/MPRJ). Radiografias odontológicas vindas dos Estados Unidos ajudaram a identificar corpo do cantor Oliver TreeRio registra 71% dos incidentes com helicóptero em todo o país Segundo o documento, os produtos falsificados eram comercializados em grandes plataformas de e-commerce, como Mercado Livre, Magazine Luiza e Americanas. Os criminosos se aproveitavam da credibilidade dessas empresas para vender os produtos adulterados de marcas como Vitafor, Dux e Sundown, por preços abaixo do mercado — essas empresas, como aponta o CyberGAECO/MPRJ, ajudaram nas investigações. — O grupo criminoso, além de falsificar os medicamentos propriamente, assim como os frascos e rótulos, atraia os consumidores pelos baixos preços dos produtos. Na operação de hoje, foram apreendidos celulares e computadores dos acusados e suplementos já embalados para venda — conta Tatiana Kaziris, subcoordenadora do GAECO. A pedido do Ministério Público, a Justiça determinou a suspensão provisória das atividades das empresas ligadas aos denunciados: Intex Comércio de Cosméticos e Suplementos, Intercaps, Power Ftns, GSM Cosméticos, Matrix Suplementos e PH Suplements. Eles vão responder por associação criminosa, estelionato e falsificação de produtos. Os mandados desta quarta-feira foram cumpridos em endereços no Recreio dos Bandeirantes, na capital; em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense; em Mangaratiba, no sul do estado; e em São Pedro da Aldeia e Cabo Frio, na Região dos Lagos. Localização de galpão Durante a primeira fase do trabalho, realizado pela Polícia Civil, localizou-se um laboratório clandestino para a fabricação dos produtos falsificados e um galpão com grande quantidade de produtos farmacêuticos, centenas de encomendas prontas para envio e rótulos de milhares de produtos. Além dos prejuízos financeiros, a denúncia alerta que a adulteração dos produtos traz riscos à saúde e prejudica a concorrência, afetando empresas que seguem as normas legais e sanitárias. A ação integra a Operação Convergência Nacional, uma ofensiva coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) para desarticular facções e outros grupos criminosos organizados.
Quadrilha que fabricava e vendia suplementos alimentares falsificados é alvo de operação do Ministério Público do Rio
Integrantes anunciavam os produtos em plataformas de venda conhecidas no mercado






