PUBLICIDADE Presidente também tem participação prevista em encontro sobre investimentos de países ricos em países pobres 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordena a 7ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/06/2026 - 18:44 Lula discute IA e desigualdade econômica com big techs no G7 No segundo dia da cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, o presidente Lula se reuniu com líderes de big techs para discutir inteligência artificial, com presença de CEOs da Meta, Google, OpenAI e Mistral IA. Lula também participou de debates sobre investimentos de países ricos em países pobres, destacando a necessidade de corrigir desigualdades econômicas. Durante o evento, o presidente criticou o protecionismo e defendeu cooperação internacional, abordando ainda questões como combate ao crime e lavagem de dinheiro. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como principal compromisso nesta quarta-feira, em seu segundo dia de participação na cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França, um almoço com representantes de big techs para debater inteligência artificial. O encontro deve ter a participação de CEOs de companhias como Meta, Google, OpenAI e a francesa Mistral IA. A expectativa é que os países europeus, que são maioria no G7, defendam uma regulação mais rígida da IA enquanto os EUA tendem a evitar colocar amarras para o desenvolvimento tecnológico. Além do almoço, haverá uma reunião sobre investimentos de países ricos em países pobres. Nesse encontro, Lula deve voltar a frisar pontos já abordados em seu discurso de terça-feira. — Nossa tarefa é corrigir as desigualdades de um sistema que produz riqueza em abundância, mas que distribui oportunidades de forma profundamente assimétrica. O mundo em desenvolvimento transfere R$ 1,4 trilhão por ano em serviço da dívida, valor sete vezes superior à ajuda recebida dos países ricos — disse o presidente brasileiro. Lula criticou ainda o avanço do protecionismo e do unilateralismo durante discurso na sessão ampliada da cúpula do G7. Sem citar diretamente os Estados Unidos ou o presidente Donald Trump, Lula afirmou que essas práticas ressurgem como "respostas falaciosas" para problemas complexos da economia global e defendeu o fortalecimento da cooperação internacional. A participação do presidente ocorreu em meio às tensões comerciais entre Brasília e Washington. No início deste mês, o governo americano divulgou as conclusões de uma investigação comercial que recomendou a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, além de uma sobretaxa de 12,5% relacionada a alegações de combate insuficiente ao trabalho forçado. Em outro momento, Lula defendeu o combate à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas. Diante de Trump, o brasileiro afirmou também que o combate ao crime "deve levar em conta o respeito à soberania dos Estados". A declaração aconteceu após os Estados Unidos terem classificado, em 28 de maio, as facções criminosas CV e PCC como organizações terroristas. Lula tem denunciado ao governo dos EUA que criminosos envolvidos em fraudes fiscais no Brasil se utilizam do estado americano de Delaware para lavagem de dinheiro. — O enfrentamento ao narcotráfico não pode ser dissociado de outros ilícitos como a lavagem de dinheiro e o tráfico de armas. Valorizar o diálogo e a cooperação institucional, inclusive por meio da Interpol, contribuirá para a localização de ativos e indivíduos vinculados a essas atividades criminosas — disse Lula, em seu discurso no encontro do G7 que acontece em Évian-les-Bains, na França.
No G7, Lula se reúne hoje com big techs para discutir inteligência artificial
Presidente também tem participação prevista em encontro sobre investimentos de países ricos em países pobres
















