Processo alegava que o aluno ficou mais de um mês sem frequentar as aulas e que uma comunicação às autoridades poderia ter levado à descoberta dos maus-tratos antes de sua morte 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Criança morta por desnutrição deixou de frequentar aulas por semanas; — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/06/2026 - 06:35 Família de menino morto por desnutrição faz acordo com escola de NY A família de Peter Cuacuas, menino de sete anos que morreu de desnutrição em Nova York, fez um acordo com o Distrito Escolar de Newburgh após acusar a escola de negligência na comunicação das faltas do aluno. Peter, isolado e mal alimentado pela madrasta Leticia Bravo, morreu em 2021. Bravo e o pai, Arturo Cuacuas, foram condenados por homicídio culposo. O acordo não implica admissão de culpa pelo distrito. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A família de um menino de sete anos que morreu de desnutrição em Nova York chegou a um acordo extrajudicial com o Distrito Escolar Ampliado da Cidade de Newburgh, nesta semana, após acusar a rede de ensino de não agir diante das faltas prolongadas da criança. O caso envolve Peter Cuacuas, que morreu em fevereiro de 2021 após, segundo as investigações, ser mantido isolado e privado de alimentação pela madrasta, Leticia Bravo. De acordo com o processo movido em 2022 por José Cuacuas, irmão de Peter, o distrito escolar teria falhado em cumprir suas obrigações de comunicação quando o estudante da segunda série deixou de frequentar as aulas por mais de um mês. A ação sustentava que, caso as autoridades de proteção à criança tivessem sido notificadas em tempo hábil, poderiam ter investigado a situação e descoberto que o menino estava sendo mantido escondido em um quarto da residência onde vivia. Acordo encerra disputa judicial Nesta segunda-feira (15), um porta-voz do distrito escolar confirmou ao Daily Mail que o processo foi encerrado por meio de um acordo, cujo valor não foi divulgado. Em nota, o representante afirmou que a morte da criança foi uma tragédia que impactou profundamente a comunidade e expressou solidariedade aos familiares. O distrito ressaltou ainda que o acordo não representa admissão de culpa ou responsabilidade por parte da instituição. A investigação sobre a morte de Peter apontou que o menino pesava cerca de 17 quilos quando foi levado sem vida a um hospital de Newburgh, em fevereiro de 2021. A autópsia concluiu que a causa da morte foi desnutrição. Segundo o Ministério Público do Condado de Orange, Peter havia deixado de participar das aulas virtuais da Temple Hill Academy semanas antes, embora professores e funcionários da escola mantivessem contato com Leticia Bravo. Bravo, hoje com 43 anos, se declarou culpada de homicídio culposo em 2022 e foi condenada a 15 anos de prisão. Durante o processo, admitiu que era a principal responsável pelos cuidados da criança, que a alimentava de forma insuficiente e deixou de buscar atendimento médico mesmo sabendo da necessidade. Ela também reconheceu ter criado deliberadamente uma situação de grave risco à integridade física do menino, o que resultou em sua morte. O pai da criança, Arturo Cuacuas, também se declarou culpado de homicídio culposo. Embora não fosse o cuidador principal, o promotor David Hoovler afirmou que ele tinha responsabilidade por não intervir diante das condições em que o filho vivia. — É impensável que alguém aceite essa responsabilidade e depois negue a uma criança as necessidades básicas da vida. É realmente perturbador como essa criança foi mantida escondida das autoridades escolares antes de morrer — declarou o promotor à época.
Menino morto por desnutrição ficou semanas sem ir à escola; família fecha acordo após acusação de falha na comunicação de faltas
Processo alegava que o aluno ficou mais de um mês sem frequentar as aulas e que uma comunicação às autoridades poderia ter levado à descoberta dos maus-tratos antes de sua morte






