A Procuradoria-Geral da República se manifestou nesta segunda-feira 15 no Supremo Tribunal Federal contra o pedido da defesa de Daniel Vorcaro, do Master, para que o ex-banqueiro vá para prisão domiciliar.
A manifestação, assinada pelo PGR Paulo Gonet, foi enviada ao ministro André Mendonça, relator do caso no STF. Segundo Gonet, a prisão preventiva foi confirmada pela Segunda Turma e não há nenhum fato novo que justifique a revisão da medida.
No entendimento do PGR, cabe ao STF indicar uma unidade adequada para o cumprimento da preventiva. Atualmente, Vorcaro está preso na Superintendência da Polícia Federal em um regime com regras mais flexíveis, já que ele negociava uma delação premiada.
Mais cedo, a procuradoria seguiu o entendimento da PF e recusou a segunda proposta de delação premiada apresentada pelo banqueiro. O entendimento dos procuradores que analisaram o arranjo é que os anexos entregues por Vorcaro não traziam novidades em relação ao que já havia sido mapeado pelas apurações.
Como a colaboração não prosperou, a PF já pediu que o ex-CEO do Master deixe o local, justificando que sua permanência atrapalharia o andamento das apurações relacionadas ao caso.











