Os acionistas do GPA aprovaram a retirada da chamada cláusula de “poison pill” que protegia os minoritários de avanço de acionistas sobre a dona dos supermercados Pão de Açúcar. De acordo com ata da assembleia geral extraordinária realizada na manhã desta segunda-feira (15), a proposta da retirada da cláusula foi aprovada pela maioria dos acionistas presentes. Com isso, o artigo que previa a realização de uma oferta de aquisição de ações caso um acionista ou grupo de acionistas alcançasse a participação de 25% do total de ações do GPA é excluído do estatuto social. A retirada do capítulo pode levar os atuais membros da família Coelho Diniz, com 24,6% da empresa, a aumentar sua participação, além de possivelmente facilitar a venda de ações que o grupo francês Casino ainda detêm no GPA. Além disso, os acionistas aprovaram o limite do capital autorizado, para que o capital social do GPA possa ser aumentado mediante deliberação do conselho, independentemente de reforma estatutária, até o limite de R$ 5,78 bilhões. Por volta das 12h40, as ações do GPA subiam mais de 14%, acelerando alta após a divulgação da ata com a aprovação do fim da “poison pill”. — Foto: Edilson Dantas/Agência O Globo
Acionistas do GPA aprovam retirada de ‘poison pill’ do estatuto
Retirada da cláusula pode levar os atuais membros da família Coelho Diniz a aumentar sua participação, além de possivelmente facilitar a venda de ações que o grupo francês Casino ainda detêm no GPA









