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Pela janela do número 18 da Rua da Cascalheira, Emília Coelho, 85 anos, já viu passar muita gente. Não que a artéria estreita e inclinada no coração da Colina de Alcântara seja particularmente movimentada, mas ela já ali assomou tantas vezes que, bem vistas as coisas, leva um acumulado de imagens a permitir-lhe estabelecer um histórico. “Dantes, isto estava cheio de vida, com pessoas a conversarem na rua até à meia-noite e miúdos a brincarem cá fora”, conta a mulher que mora naquela casa desde 1963.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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15 de Junho de 2026







