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Quando a Casa da Beira Alta abriu portas, na Rua de Santa Catarina, no Porto, a distância entre a “cidade grande” e os concelhos da antiga província era outra. Para chegar da Invicta a Viseu ou à Guarda “demorava-se um dia”, exagera, mas não muito, o presidente da associação, Afonso Costa. Fosse de automóvel ou camioneta, pelas antigas estradas nacionais e secundárias, ou a bordo de um comboio, a viagem nunca demorava menos de cinco horas. Por causa disso, e da escassez financeira de alguns, quem estava “imigrado” no Porto, “só ia a casa pelo Natal ou em dias muito especiais”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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06 de Junho de 2026