PUBLICIDADE Estudantes de Comunicação estão nos Estados Unidos, acompanhando a seleção brasileira: 'É uma realização que vamos carregar para o resto da vida' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pedro (à esquerda) e Matheus trabalham juntos em coletiva — Foto: Divulgação/Jhon Figueiredo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 12/06/2026 - 17:21 Estudantes de Comunicação da Estácio Barra cobrirão Copa 2026 nos EUA Dois estudantes de Comunicação, Matheus Buzinari e Pedro Guedes, foram selecionados para cobrir a Copa do Mundo de 2026 nos EUA, graças a uma parceria entre a Estácio Barra e a CBF. Matheus atua na produção de conteúdos institucionais, enquanto Pedro foca na cobertura fotográfica. A experiência tem sido um marco em suas carreiras, destacando a importância da formação prática e a dinâmica do mercado profissional. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A rotina de dois estudantes de Comunicação foi completamente transformada após a chegada de uma notícia que os levou diretamente para a Copa do Mundo de 2026. Matheus Buzinari e Pedro da Cunha Freire Mesquita Guedes, ambos de 22 anos e no 5º período da graduação, trocaram temporariamente as salas de aula pelos bastidores de um dos maiores eventos esportivos do mundo. Selecionados por meio de uma parceria entre sua universidade, a Estácio Barra, o Instituto Yduqs e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), os jovens acompanham de perto, desde o dia 5 de junho, a seleção brasileira em solo americano. Além deles, um estudante de Teresina foi selecionado para a missão. Os cariocas acompanham treino ao lado do colega piauiense também selecionado — Foto: Divulgação/Jhon Figueiredo Matheus, morador do Recreio dos Bandeirantes e estudante de Jornalismo, foi convocado para atuar na produção de conteúdos institucionais e apoio à assessoria de imprensa da CBP. Já Pedro, que vive na Barra da Tijuca e é aluno de Cinema, está responsável principalmente pela cobertura fotográfica de treinos, coletivas e eventos destinados à imprensa. A seleção dos participantes ocorreu por meio de um processo que reuniu estudantes de Comunicação de unidades da Estácio em todo o país. A aprovação veio poucos dias antes da viagem e exigiu uma reorganização imediata da rotina pessoal, acadêmica e profissional dos alunos. A sede do centro de treinamento da seleção brasileira está em Morristown, em Nova Jersey. É lá que os dois universitários estão instalados e acompanham diariamente a programação da equipe. A agenda inclui treinamentos, entrevistas coletivas e a produção de materiais que abastecem os canais oficiais da CBF. Apesar da empolgação, os alunos destacam que o maior aprendizado tem sido lidar com a dinâmica real do mercado profissional. — O que mais me impactou foi o tempo de resposta. Acaba uma coletiva de imprensa e, poucos minutos depois, o texto já precisa estar pronto para ser publicado. É o jornalismo acontecendo em tempo real — relata Matheus. Pedro teve uma percepção semelhante. — Eu já estava acostumado com prazos do audiovisual, mas na fotografia é diferente. Em questão de minutos as imagens já precisam ser enviadas e depois utilizadas. Foi algo que realmente me surpreendeu — conta. Apaixonado por esporte desde a infância, Matheus conta que o desejo de trabalhar com jornalismo esportivo surgiu muito antes da faculdade. A oportunidade de atuar em uma cobertura internacional ainda durante a graduação representa, para ele, a realização de um objetivo que parecia distante. — Existem experiências que nem nos nossos melhores sonhos imaginamos viver durante a faculdade. Essa é uma delas — afirma. Para Pedro, a experiência também tem significado especial por unir duas áreas pelas quais sempre teve interesse: o audiovisual e o esporte. — Participar de uma cobertura dessa magnitude amplia a nossa visão sobre o mercado de trabalho e reforça a importância da formação prática durante a graduação — completa. Os dois estudantes concordam que foram bem recebidos pela equipe da CBF e que a oportunidade tem potencial para impactar suas trajetórias profissionais e pessoais. Mais do que uma experiência para o currículo, eles enxergam a vivência como um marco na construção de suas carreiras e uma demonstração de como a educação pode abrir portas para oportunidades que jamais imaginariam existir. — É algo que vai muito além do currículo. É uma realização que vamos carregar para o resto da vida — conclui Matheus.
Da faculdade para a Copa: universitários são selecionados para cobrir Mundial pela CBF
Estudantes de Comunicação estão nos Estados Unidos, acompanhando a seleção brasileira: 'É uma realização que vamos carregar para o resto da vida'






