Dois homens presos em flagrante após a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, afirmaram em depoimento à Polícia Civil não se lembrarem de quem era a responsabilidade pela instalação e checagem dos equipamentos de segurança antes do salto.
A jovem morreu após ser lançada no sábado (13), durante uma atividade de rope jump (salto com corda) na ponte do Esqueleto, no limite de Limeira com Cordeirópolis, no interior de São Paulo, sem a fixação da corda que deveria ser utilizada no salto.
Segundo o Fantástico, um dos presos, Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32, disse à polícia que a equipe cobrava R$ 180 por salto e não seguia uma divisão fixa de funções. De acordo com ele, a conferência dos equipamentos era realizada de forma compartilhada.
"Às vezes a gente, tipo assim, não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso", afirmou.
Questionado pelos investigadores se era ele o responsável por instalar o equipamento de segurança ou realizar a fiscalização final antes do salto de Maria Eduarda, Luis Felipe respondeu que não se lembrava.











