Centroavante chegou ao Mundial com apenas quatro partidas pela seleção; Ancelotti ainda escalou Ibañez e Douglas Santos, ambos com sete jogos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Igor Thiago fez o segundo gol do Brasil contra a Croácia — Foto: Rafael Ribeiro / CBF RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/06/2026 - 19:08 Brasil inicia Copa 2026 com escalação mais inexperiente em 40 anos O Brasil iniciou a Copa do Mundo de 2026 com um trio de jogadores pouco experientes: Igor Thiago, Ibañez e Douglas Santos, que juntos somam apenas 18 partidas pela seleção. Igor Thiago, com apenas quatro jogos, é o titular mais inexperiente desde 1986. A escalação de Ancelotti rompe com a tradição brasileira de apostar em jogadores mais testados, destacando-se como uma das mais inexperientes em 40 anos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A escalação escolhida por Carlo Ancelotti para a estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 chama atenção pela pouca rodagem internacional de parte deles. Dos 11 titulares escalados contra Marrocos, três chegaram ao Mundial com menos de dez partidas pela seleção brasileira, e lideram a lista dos estreantes menos experientes com a camisa da seleção desde 1986: Igor Thiago, Ibañez e Douglas Santos. Com apenas quatro jogos disputados pela seleção principal antes da Copa, Igor Thiago tornou-se o titular mais inexperiente do Brasil em uma estreia de Mundial desde 1986. Em quatro décadas, apenas um jogador iniciou uma Copa com menos partidas pela equipe nacional: o zagueiro Júlio César, que havia atuado uma única vez pela seleção antes de ser escalado por Telê Santana na estreia contra a Espanha, no México. A presença de Ibañez e Douglas Santos amplia ainda mais o tamanho da exceção. Ambos chegaram à Copa com apenas sete jogos pela seleção principal. Juntos, os três somavam apenas 18 partidas pela amarelinha antes do pontapé inicial do Mundial. Brasil e Marrocos: as fotos da partida 1 de 17 As bandeiras nacionais do Brasil e de Marrocos — Foto: Angela WEISS / AFP 2 de 17 Vini Jr. e Bruno Guimaraes comemoram primeiro gol da seleção — Foto: Getty Images via AFP X de 17 Publicidade 17 fotos 3 de 17 Neymar antes do início da partida — Foto: Getty Images via AFP 4 de 17 O meio-campista Lucas Paquetá e o zagueiro marroquino Noussair Mazraoui disputam a bola — Foto: CHARLY TRIBALLEAU / AFP X de 17 Publicidade 5 de 17 O meio-campista Lucas Paquetá e o zagueiro marroquino Noussair Mazraoui disputam a bola — Foto: CHARLY TRIBALLEAU / AFP 6 de 17 Neymar observa durante a partida — Foto: Jewel SAMAD / AFP X de 17 Publicidade 7 de 17 Elenco brasileiro — Foto: Getty Images via AFP 8 de 17 Técnico da seleção brasileira Carlo Ancelotti — Foto: Jewel SAMAD / AFP X de 17 Publicidade 9 de 17 Ismael Saibari, número 11 do Marrocos, marca o primeiro gol de sua equipe — Foto: Getty Images via AFP 10 de 17 Ismael Saibari, número 11 do Marrocos, marca o primeiro gol de sua equipe — Foto: Getty Images via AFP X de 17 Publicidade 11 de 17 O atacante brasileiro número 11, Raphinha — Foto: CHARLY TRIBALLEAU / AFP 12 de 17 Vinicius Junior, número 7 do Brasil, domina a bola sob pressão de Bilal El Khannouss, número 23, e Ayoub El Kaabi, número 20 — Foto: Getty Images via AFP X de 17 Publicidade 13 de 17 Vini Jr. na partida — Foto: Jewel SAMAD / AFP 14 de 17 Marquinhos vê a bola após o meia marroquino Ismael Saibari marcar o primeiro gol de sua equipe — Foto: Mauro PIMENTEL / AFP X de 17 Publicidade 15 de 17 Ayyoub Bouaddi, número 6 do Marrocos, disputa a bola com Fabinho, número 17 do Brasil — Foto: Getty Images via AFP 16 de 17 Igor Thiago em Brasil 1x1 Marrocos — Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP X de 17 Publicidade 17 de 17 Ancelotti durante Brasil 1x1 Marrocos — Foto: Darrian Traynor/Getty Images/AFP O dado contrasta com a tradição brasileira. Historicamente, a seleção costuma iniciar Copas apoiada em jogadores que já acumularam dezenas de partidas internacionais. Mesmo atletas que chegaram relativamente desconhecidos aos Mundiais normalmente haviam passado por ciclos mais longos de observação. O último caso semelhante foi o de Gilberto Silva em 2002. O volante iniciou a campanha do pentacampeonato com apenas sete jogos pela seleção e acabou se transformando em uma das peças fundamentais da conquista. Desde então, nenhum titular brasileiro em estreias de Copa havia entrado em campo com menos de dez partidas disputadas pela equipe nacional. O levantamento histórico mostra como a escalação de Ancelotti foge do padrão. Entre os titulares brasileiros de estreias de Copa desde 1986, Igor Thiago aparece agora atrás apenas de Júlio César na lista dos menos experientes. Os titulares brasileiros mais inexperientes em estreias de Copa Júlio César (1986) — 1 jogoIgor Thiago (2026) — 4 jogosGilberto Silva (2002) — 7 jogosIbañez (2026) — 7 jogosDouglas Santos (2026) — 7 jogosRaphinha (2022) — 11 jogosLeonardo (1994) — 12 jogosGiovanni (1998) — 14 jogosGabriel Jesus (2018) — 16 jogosMarcos (2002) — 16 jogosLúcio (2002) — 16 jogosCarlos (1986) — 16 jogos A lista também ajuda a contextualizar o momento vivido pela seleção. Enquanto as equipes de 2018 e 2022 chegaram às Copas apoiadas em grupos consolidados ao longo de um ciclo inteiro, Ancelotti optou por confiar posições importantes a jogadores ainda em início de trajetória internacional. No caso de Igor Thiago, a aposta é ainda mais ousada. O atacante não apenas recebeu a responsabilidade de iniciar uma Copa do Mundo como centroavante titular do Brasil, mas o fez com menos jogos pela seleção do que qualquer outro titular brasileiro em estreias de Mundial nas últimas quatro décadas.
Com Igor Thiago na ponta, Brasil tem trio titular mais inexperiente com a amarelinha em estreias de Copa em 40 anos
Centroavante chegou ao Mundial com apenas quatro partidas pela seleção; Ancelotti ainda escalou Ibañez e Douglas Santos, ambos com sete jogos










