Estudo inédito que classifica a cultura organizacional de 24 seleções do torneio compara os times com empresas e sinaliza que ter os melhores talentos não garante os melhores resultados; Brasil aparece na 15ª posição do ranking Com um valor de mercado avaliado em € 912,2 milhões, a seleção brasileira que está na Copa do Mundo de 2026 pode ser considerada uma das estruturas mais caras do futebol global. Mas, ao ser analisada sob critérios de governança e eficiência corporativa – como se fosse uma empresa – o time conquista apenas a 15ª posição num ranking de maturidade cultural, com 79 pontos, numa escala de 0 a 100. Fica atrás de equipes como Espanha e Inglaterra (com 87 pontos cada uma), além de quadros que atuam com orçamentos financeiros menores, como Japão (84), Croácia (82) e Colômbia (80).

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