Quando tinha 23 anos, a empreendedora Erica Gonçalves Freire, hoje com 33, instalou pela primeira vez um aplicativo de namoro em seu celular. O objetivo era claro: encontrar um parceiro. Por não gostar muito de sair, ela viu na tecnologia uma oportunidade para conhecer pessoas.
"Não gosto de festa, balada e lugares com bebida. Instalei o aplicativo por incentivo da minha irmã e vi nele uma oportunidade de conhecer pessoas sem sair de casa", conta Freire.
Porém, ao contrário do que pensou num primeiro momento, a empreendedora não gostou desse tipo de ferramenta e logo desinstalou o app. "Eu usava algumas semanas e logo desinstalava e ficava meses sem usar. E depois instalava de novo. Eu cheguei a conversar com alguns rapazes, mas conhecer pessoalmente foram poucos", conta.
Foi então, em 2021, ou seja, cinco anos após o primeiro contato com esse tipo de aplicativo, que Freire decidiu tentar mais uma vez e baixou novamente a ferramenta em seu celular. "Eu pensei: já que eu estou buscando um relacionamento sério pode ser que tenha algum homem com esse mesmo pensamento. E decidi tentar de novo", relata.
A persistência deu resultado. Após trocar ‘match' e conversar por algumas semanas com um rapaz, Freire marcou um encontro. O homem, que morava em uma cidade a 150 quilômetros de distância, foi visitá-la. No mesmo dia, eles começaram a namorar e, três meses depois, já estavam morando juntos. No mesmo ano, eles se casaram e a união já tem cinco anos.







