"Os homens não tropeçam nas montanhas, mas nos montinhos." A frase, popularmente atribuída a Confúcio, descreve bem o que aconteceu com a Bolsa brasileira em 2026. No início do ano, parecia que finalmente havia chegado a vez do Brasil.
As ações negociavam a preços considerados atrativos, o fluxo estrangeiro voltava ao país e muitos investidores acreditavam que a esperada queda dos juros seria o combustível para uma recuperação mais forte do mercado.
O Brasil aparecia entre as apostas preferidas de diversas casas de análise. Poucos meses depois, a realidade mostrou que o caminho seria mais difícil.
O Ibovespa acumula até esta quarta-feira (10) valorização próxima de 5% em 2026. O resultado não é ruim, mas está longe do entusiasmo observado no início de 2026.
Mais surpreendente é que o principal índice da Bolsa brasileira voltou a ficar atrás do S&P 500, que sobe cerca de 6% no mesmo período, apesar de muitos investidores considerarem o mercado americano caro depois de anos consecutivos de valorização.









