Organização afirma que a maioria das mortes poderia ter sido evitada e diz que fenômeno já não pode ser tratado como exceção climática 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pedestre se protege do sol com um guarda-chuva em frente ao Museu do Louvre, em Paris, enquanto uma onda de calor recorde atinge uma faixa da Europa Ocidental — Foto: Simon Wohlfahrt / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 11/06/2026 - 12:11 OMS: Ondas de Calor na Europa já Causaram 200 mil Mortes Evitáveis A OMS alerta que mais de 200 mil pessoas morreram na Europa devido a ondas de calor desde 2022, destacando que a maioria das mortes poderia ser evitada. As ondas de calor, agora recorrentes, são exacerbadas pelas mudanças climáticas, com a Europa aquecendo mais rápido que outras regiões. Países como Itália, Espanha e Grécia são particularmente afetados. A OMS pede medidas preventivas urgentes, como sistemas de alerta e planos de ação. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Mais de 200 mil pessoas morreram em consequência de ondas de calor extremas na Europa nos últimos quatro anos, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS), que voltou a alertar para o agravamento desse tipo de evento em meio às mudanças climáticas. O balanço foi divulgado nesta quinta-feira (11), durante o lançamento, em Berlim, de novas diretrizes elaboradas pela entidade para ajudar governos a proteger a população diante das temperaturas cada vez mais elevadas. "As ondas de calor não são mais anomalias meteorológicas excepcionais", afirmou a OMS. Ao apresentar os dados, o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri Kluge, destacou que grande parte dessas mortes poderia ter sido evitada. — Na União Europeia e nos países associados, a maioria dessas mortes era totalmente evitável — declarou. Além das vítimas fatais, o calor extremo tem provocado impactos amplos sobre a saúde da população. — Milhões de pessoas" são "afetadas física e mentalmente — acrescentou Kluge. Europa aquece mais rápido que outras regiões A OMS ressalta que a Europa é o continente que mais aquece no planeta, registrando aumento das temperaturas em ritmo superior ao observado em outras regiões do mundo. Países como Itália, Espanha e Grécia concentram parte significativa das mortes prematuras relacionadas às ondas de calor. Segundo a organização, o avanço desse fenômeno exige respostas coordenadas por parte dos governos para reduzir os riscos à saúde pública. "O calor é um assassino silencioso, mas não é inevitável", afirma a OMS. Diante desse cenário, a entidade pediu que autoridades europeias adotem medidas preventivas mais robustas, incluindo sistemas de alerta precoce, planos de ação para períodos de calor intenso e políticas voltadas à mitigação das mudanças climáticas.
Ondas de calor já mataram mais de 200 mil pessoas na Europa desde 2022, alerta OMS
Organização afirma que a maioria das mortes poderia ter sido evitada e diz que fenômeno já não pode ser tratado como exceção climática
OMS alerta que ondas de calor mataram mais de 200 mil pessoas na Europa desde 2022, com maioria das mortes evitáveis. Para CIOs e tech leaders, o padrão sinaliza que climate risk é agora sistemico: impacta operational continuity, workforce planning e força investment em resilience.











