Cantor HCalvin diz que menina, de 11 meses, sente falta da mãe: 'Não estamos pedindo nada demais' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Danúbia Rangel com a filha de 11 meses no colo — Foto: @danubiarangelll/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 11/06/2026 - 12:20 Cantor HCalvin pede soltura de Danúbia Rangel por filha do casal HCalvin, marido de Danúbia Rangel, ex de Nem da Rocinha, usou as redes sociais para pedir a soltura da esposa, destacando a ausência da mãe na vida da filha de 11 meses, que tem Síndrome de Down. Danúbia teve a prisão domiciliar revogada e foi transferida para o regime semiaberto no Complexo de Gericinó. O cantor reforça as dificuldades em criar a filha sozinho e clama por clemência judicial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O cantor HCalvin usou perfil da mulher, Danúbia Rangel, no Instagram para, mais uma vez, pedir a liberdade dela. A ex-mulher do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes. o Nem da Rocinha, teve a prisão domiciliar cassada pela Justiça e voltou ao regime semiaberto. Ela se encontra no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. Na postagem, HCalvin cita que a filha mais nova do casal, de 11 meses, sente falta da mãe. Segundo ele, a menina, que tem Síndrome de Down era muito ligada à mãe. "Não estamos pedindo nada demais", afirma o cantor. No vídeo compartilhado por ele, Danúbia aparece sentada num tapete, segurando a criança no colo. Marido de Danúbia Rangel publica vídeos dela com a filha e pede liberdade para a mulher "Que isso, vida, nem acredito que estão tirando isso de você de novo. Isso não entra na minha mente. Deus, ajuda por favor. Amoleça o coração dessas pessoas", diz um trecho do texto que ele escreveu junto das imagens. HCalvin afirma, ainda, que não quer expor a filha mas cita que ele e Danúbia sonham que a menina cresça saudável e independente. O cantor diz que a menina está "sentindo na pele a falta da mãe". Ele defende ainda que, sozinho, tem mais dificuldade para acompanhar o desenvolvimento da criança. Relembre o caso Danúbia foi presa em 5 de julho de 2025, dentro do Hospital e Maternidade Perinatal, na Barra da Tijuca, enquanto estava internada para dar o parto da menina. Onze dias depois, o juiz Rafael Estrela, da Vara de Execuções Penais (VEP), deferiu a prisão domiciliar humanitária com monitoramento eletrônico, com base no artigo 117, inciso III, da Lei de Execução Penal (LEP) e no artigo 318 do Código de Processo Penal, que autorizam o benefício a mães de filhos menores de 12 anos. Do ladrão de celular com 'meta de produtividade' à mineração de criptomoedas: Como o Complexo da Maré virou uma central de crimes Na decisão de julho, o magistrado impôs condições rígidas: uso de tornozeleira eletrônica, proibição de uso de celular, tablets e computadores — salvo contato com advogados ou médicos, mediante autorização judicial —, vedação de saída do Estado do Rio e restrição de visitas a parentes próximos. Antes de receber o benefício, Danúbia permaneceu com a recém-nascida na Unidade Materno-Infantil do Presídio Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio. Em sessão realizada em 30 de abril último, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) cassou a prisão domiciliar. Danúbia, então, se apresentou na última terça-feira ao juiz da Vara de Execuções Penais (VEP).