O bitcoin (BTC) opera em alta nesta quinta-feira (11), recuperando parte das perdas recentes, mas ainda sem sinal claro de retomada. O avanço ocorre em meio à pressão do petróleo, à escalada entre Estados Unidos e Irã e a novos dados de inflação nos EUA. Por volta das 10h40, o bitcoin era negociado a US$ 62.887,25, com alta de 1,2% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinGecko. Em reais, o ativo valia R$ 323.699,58, de acordo com o CoinTrader Monitor. O índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos subiu 1,1% em maio e acumulou alta de 6,5% em 12 meses, segundo o Departamento do Trabalho americano. O dado veio acima do esperado, pressionado principalmente por energia, e reforça a cautela com juros em um momento de petróleo mais caro. Para o mercado cripto, o risco é que a pressão sobre energia mantenha a inflação elevada e reduza o apetite por ativos de maior volatilidade. Em análise, o Mercado Bitcoin afirma que a recuperação acima dos US$ 62 mil devolve o ativo para perto da média móvel de 200 semanas e reforça a leitura de que há compradores na região dos US$ 60 mil. A casa, porém, avalia que ainda é cedo para afirmar que a correção ficou para trás. A Vault também vê a região dos US$ 64 mil como uma resistência relevante no curto prazo. Para a casa, enquanto o bitcoin não reconquistar e sustentar os US$ 65 mil com fluxo comprador no mercado à vista, movimentos em direção a US$ 64 mil e US$ 65 mil devem ser tratados como tentativa de recuperação, e não como reversão. Entre as principais altcoins, o ethereum (ETH) subia 0,3%, a US$ 1.647,31, enquanto a solana (SOL) avançava 1,6%, a US$ 65,22. A BNB tinha alta de 1,4%, a US$ 599,01, e o XRP caía 0,7%, negociado a US$ 1,11.
Bitcoin sobe para US$ 62 mil, mas inflação nos EUA e ETFs limitam reação
PPI acima do esperado e novo resgate em fundos à vista mantêm cautela, apesar da recuperação parcial do ativo
311 words~1 min read






