Distribuidoras que não assinaram aditivos podem se interessar, mas regras são incertas Gustavo Estrella, presidente da CPFL Energia: “Com renovação dos contratos, momento é ideal para falar sobre isso” — Foto: Divulgação A renovação da concessão de quase todas as distribuidoras de energia cujos contratos se encerram até 2031 inaugura uma nova etapa de discussão regulatória sobre a prestação de serviço no segmento. Pontos como o retorno pelos investimentos e regras para as perdas ficaram em aberto e devem ser debatidos até o ano que vem, com potencial para atrair companhias que não estavam no bojo das prorrogações, que aguardam a resolução do tema.

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