Cédulas em um contêiner de lixo, atas eleitorais contestadas e acusações de fraude: a contagem dos votos das eleições presidenciais de 12 de abril no Peru está paralisada, o que alimenta a desconfiança em relação a instituições já fragilizadas.
O Júri Nacional de Eleições (JNE), a principal autoridade eleitoral do país, anunciou que os resultados finais não devem ser anunciados antes de 15 de maio.
Os peruanos ainda não sabem quem disputará o segundo turno de 7 de junho contra a candidata de direita Keiko Fujimori, a única com vaga garantida.
O candidato de esquerda Roberto Sánchez e o ultraconservador Rafael López Aliaga disputam o segundo lugar, com uma pequena vantagem de 14 mil votos para Sánchez após a apuração de quase 94% das urnas.
Por que os resultados demoram tanto?






