Outros 35% afirmam concordar mais com Flávio, que diz ter pedido ao presidente americano Donald Trump para não importar novas tarifas ao país. Os que não souberam responder ou não quiseram se manifestar somam 18%. Esta é a primeira pesquisa que mede a reação dos eleitores à nova ameaça do governo americano. Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueredo com Donald Trump — Foto: Divulgação Na semana passada, os EUA propuseram a aplicação de tarifas de 25% sobre mercadorias brasileiras após concluírem uma investigação que acusa o país de adotar práticas que restringem o comércio com os norte-americanos. A medida ainda não está em vigor. O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-07661/2026. O questionário incluiu um bloco de perguntas sobre a percepção dos eleitores em relação ao relacionamento do Brasil com os Estados Unidos e aos vínculos dos pré-candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) com o presidente americano Donald Trump. Encontro de Flávio com Trump Em seguida, os eleitores responderam a perguntas sobre o apoio do presidente americano ao filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Agora no g1 LEIA TAMBÉM: PCC e CV classificados como terroristas 63% afirmaram que já tinham conhecimento da medida, enquanto 36% disseram ter ficado sabendo do assunto apenas durante a entrevista. Outros 1% não souberam responder ou não quiseram se manifestar. Em seguida, eles foram perguntados se organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho deveriam ser consideradas organizações terroristas pelo governo brasileiro. Para 60%, a resposta é sim. Outros 29% afirmaram que não. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 11%. A pesquisa também perguntou se essas organizações deveriam ser classificadas como terroristas pelo governo dos Estados Unidos. 45% concordam com a medida, enquanto 45% discordam. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 10%. 47% avaliam que o parlamentar teve influência na decisão. Já 37% dizem que ele não teve participação. Os que não souberam ou preferiram não responder somam 16%. O anúncio foi feito um dia após Flávio Bolsonaro se reunir com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Especialistas em segurança avaliam que a decisão dos Estados Unidos de classificar facções brasileiras como organizações terroristas representa risco à soberania nacional. Já defensores da medida afirmam que ela pode abrir espaço para ampliar a cooperação internacional.
Quaest: 47% concordam que Flávio pediu a Trump tarifaço contra o Brasil | G1
Pesquisa ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 5 e 8 de junho.










