Em meados de 2017, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) anunciou que a Copa do Mundo passaria a ser disputada por 48 seleções a partir da edição de 2026, rompendo com o formato de 32 equipes adotado desde a França, em 1998.

Segundo a entidade, a decisão tinha como objetivo tornar o futebol mais global, dando a oportunidade a países cujas seleções não têm tanta tradição no esporte. Aumentar as receitas e angariar mais apoio político das federações também compunham o hall de intenções de Gianni Infantino, presidente da Fifa.

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Na esteira da nova resolução, quatro seleções farão sua estreia na Copa do Mundo na América do Norte —Cabo Verde, Jordânia, Uzbequistão e Curaçao, essa última a menor nação em extensão territorial já classificada para uma edição do Mundial. É o maior número de debutantes desde 2006, quando seis equipes estrearam em Copas no torneio na Alemanha.

Com o aumento no número de seleções participantes, porém, outra consequência natural é uma provável redução no nível técnico dos confrontos, ao menos tendo como base o ranking de seleções masculinas da Fifa, elaborado desde agosto de 1993.