Reavaliação do rali de IA nos EUA pode ter funcionado como gatilho extra para valorização do índice, ao desviar as atenções do mercado americano e atrair recursos de investidores estrangeiros para cá Ibovespa tem dia de correção com apoio de blue chips e volta a se aproximar dos 170 mil pontos — Foto: Julio Bittencourt/Valor Em meio ao recuo militar no Oriente Médio e ao avanço de blue chips, o Ibovespa obteve suporte para uma correção nesta terça-feira, após três pregões seguidos de perdas. A reavaliação do rali de inteligência artificial nos Estados Unidos também pode ter funcionado como um gatilho extra para a valorização do índice, ao desviar as atenções do mercado americano e atrair recursos de investidores estrangeiros para cá. Após variar entre os 168.406 pontos e os 170.601 pontos, o Ibovespa terminou em alta de 0,68%, aos 169.813 pontos. Entre as blue chips, a maior valorização ficou para os papéis PN do Itaú, que subiram 1,82%, ampliando os ganhos na reta final do pregão. O dia também foi de alta para as ON da Vale, que avançaram 0,55%. Já as ações da Petrobras passaram a maior parte do pregão no negativo, mas viraram nos minutos finais do pregão, encerrando mistas: as PN recuaram 0,12%, ao passo que as ON subiram 0,17%, o que pode indicar que houve compra do papel por parte de investidores estrangeiros. Hoje, o volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de R$ 18,6 bilhões e de R$ 25,1 bilhões na B3. O movimento registrado na bolsa local destoou da queda registrada pelo Nasdaq e pelo S&P, que encerraram com perdas de 0,97% e 0,26%, respectivamente. Já o Dow Jones terminou com leve alta de 0,17%.
Ibovespa tem dia de correção com apoio de blue chips e volta a se aproximar dos 170 mil pontos
Reavaliação do rali de IA nos EUA pode ter funcionado como gatilho extra para valorização do índice, ao desviar as atenções do mercado americano e atrair recursos de investidores estrangeiros para cá






