Gabriela Santos, da asset do J.P. Morgan, diz que investidor deve focar em empresas que geram valor com tecnologia Gabriela Santos: “Várias outras companhias podem ganhar, incluindo semicondutores da Coreia do Sul e de Taiwan” — Foto: Gabriel Reis/Valor A valorização forte das bolsas americanas em 2026 pode dar a impressão de que o mercado apenas retomou o entusiasmo com as gigantes da tecnologia. Mas, para a diretora-executiva e estrategista de mercados globais do J.P. Morgan Asset Management, Gabriela Santos, a inteligência artificial entrou em uma nova fase. Se nos últimos anos a atenção esteve concentrada em empresas que lideraram a corrida pela tecnologia, agora os investidores buscam identificar quais companhias efetivamente capturam seus ganhos econômicos, com destaque para empresas de semicondutores ligadas a memória e a unidades centrais de processamento (CPUs).

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