Elon Musk, CEO da SpaceX, jantou com o presidente Donald Trump na Casa Branca, perdeu um julgamento midiático contra a OpenAI em que testemunhou contra seu rival Sam Altman e acompanhou Trump à China para uma importante cúpula diplomática.
Gwynne Shotwell, presidente e diretora de operações da SpaceX, teve um itinerário diferente nos últimos seis meses. Ela discursou em uma feira de telecomunicações, em Barcelona, para promover o serviço de internet via satélite da SpaceX, o Starlink; interagiu com políticos na Índia, um mercado potencialmente grande para a empresa; e apareceu com executivos de tecnologia na Casa Branca para prometer que seus data centers não aumentariam os preços de energia para os norte-americanos.
Por 24 anos, Shotwell desempenhou o papel de adulta responsável ao lado de Musk na SpaceX. Enquanto ele assessorava Trump e administrava suas outras empresas, como a montadora de carros elétricos Tesla, ela estava focada em desenvolver os negócios da SpaceX à medida que a fabricante de foguetes e satélites crescia para se tornar uma empresa avaliada em mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,15 trilhões).
Esse trabalho —e sua lealdade absoluta a Musk— a tornou uma das executivas mais poderosas do mundo, que agora está sendo colocada sob os holofotes enquanto a SpaceX se prepara para uma IPO (oferta pública inicial) de grande repercussão neste mês.











