O Brasil registra aumento de ataques cibernéticos e a Agência Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, intensifica a fiscalização sobre empresas de todos os portes. No meio desse movimento, um dilema se repete nas áreas de tecnologia: como construir um programa de compliance digital sem transformar regras de segurança em obstáculo para quem precisa criar e entregar?

A resposta, segundo especialistas, está menos nas regras em si e mais na forma como elas são desenhadas e incorporadas ao fluxo de trabalho.

Ricardo Maravalhas, CEO e fundador da DPOnet, resume a mudança de perspectiva necessária. “O compliance digital moderno não foi feito para ser um freio de mão para os negócios, mas sim o cinto de segurança. Quem aprende a inovar com responsabilidade ganha a confiança do mercado e escala de forma sustentável”, afirma.

Maravalhas aponta cinco caminhos práticos para equilibrar proteção de dados e agilidade operacional.

Privacidade desde o início do projeto