Em uma viagem pela Ásia, o presidente Donald Trump aproveitou um momento no palco mundial para celebrar uma vitória legislativa: após meses de pressão implacável, ele havia obrigado os republicanos a aprovar uma legislação que cortou impostos e reduziu de forma drástica a rede de proteção social do país.
"Eu disse: 'Coloquem tudo em um único projeto de lei, e se conseguirmos aprovar, estamos resolvidos por quatro anos'", disse Trump durante um discurso em Tóquio, em outubro. "Não precisamos de mais nada do Congresso em relação a isso."
Desde então, Trump tem se empenhado em testar essa teoria, desafiando parlamentares a confrontá-lo e fazendo o possível para eliminá-los do cargo se o fizerem. Mas, após uma temporada de primárias marcada por retaliações, o estilo de governar de Trump —unilateral e frequentemente impaciente— colidiu com republicanos inquietos que parecem estar cobrando sua própria vingança política.
Na quarta (3), quatro republicanos da Câmara se aliaram aos democratas para exigir que Trump retire as forças americanas do conflito com o Irã ou obtenha aprovação do Congresso, repreendendo um presidente que afirmou não precisar de autorização congressional para continuar o conflito.












