Torcedores, dirigentes e profissionais da bola nem sempre se entendem, mas a importância das categorias de base para o fortalecimento de um clube é uma virtual unanimidade entre eles — Foto: Gabriel Reis/Valor O futuro do futebol brasileiro está no Jardim Dracena, bairro da periferia da zona oeste de São Paulo, no campo de um parque construído sobre uma área que já foi um lixão. Também está a 26 quilômetros dali, em um hotel-alojamento confortável, bem iluminado e cheio de curvas, deixando claras, em vidro aço e concreto, as digitais criativas do arquiteto Ruy Ohtake, que projetou o espaço. Assim como está, nesse mesmo complexo, nas paredes da sala de trabalho de um ex-goleiro que foi campeão da Copa do Mundo. Já se sabe onde está o futuro. A questão é saber se tudo que o cerca, uma indústria que movimenta mais de R$ 90 bilhões no país ao ano, vai dar a ele ar para que respire e espaço para que floresça.
Mais recente
Próxima
Como o cientista brasileiro eleito personalidade do ano por Time e Nature criou um método de combate à dengue
Conheça o Valor One Acompanhe os mercados com nossas ferramentas













