O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ainda adota cautela sobre a probabilidade de um possível El Niño neste ano, mas prepara ações para mitigar os impactos do fenômeno e evitar que incêndios florestais se espalhem pelo país durante a seca —o que pode exigir a abertura de crédito extraordinário.
Segundo informações obtidas pela Folha, o tema foi debatido em uma reunião da sala de situação contra incêndios (que reúne diversos ministérios) na segunda quinzena de maio, e voltará à pauta no próximo encontro do grupo, previsto para junho.
O ano eleitoral de 2026 preocupa. Foi elaborado um mapa identificando regiões onde há maior risco de que um clima político inflamado motive queimadas intencionais para alimentar ataques de opositores ao governo Lula.
Em geral, o plano prevê a participação das forças de segurança para apoio em operações de fiscalização e investigação, da Defesa na logística e dos Transportes no controle de rodovias, dentro outras atribuições.
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) e ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) devem precisar de cerca de R$ 200 milhões em crédito extraordinário, parte para recompor perdas orçamentárias.














