No Belmiro de Azevedo Learning Centre, no Sonae Campus, na Maia, discutiram-se processos internos, gestão de equipas, dificuldades de crescimento, organização operacional, liderança e até inteligência artificial. Entre mapas colaborativos, post-its, e conversas em grupos, representantes de 14 organizações sociais partilharam problemas comuns e procuraram soluções para desafios que, muitas vezes, vivem de forma isolada dentro das próprias instituições.A sessão marcou o arranque da primeira edição do Sonae Impact Circle, um programa criado pela Sonae para as organizações sociais com quem colabora, com o objectivo de reforçar competências de gestão, estimular a colaboração entre entidades e criar espaços de aprendizagem prática. A iniciativa, que tem mais duas sessões previstas, arrancou com o tema da gestão organizacional e operacional, uma das áreas identificadas como mais crítica junto dos parceiros com quem trabalha.“Obviamente que a parte financeira é importante para as coisas funcionarem, mas se nós não tivermos o conhecimento ideal para tirar partido daquilo que são os nossos recursos, o resultado vai ser subóptimo”, afirmou Daniel Fonseca, director de marca e comunicação da Sonae.Mais do que um espaço de formação, a iniciativa procura também criar redes de contacto entre instituições que enfrentam desafios semelhantes. “Há um recurso de que nem sempre tiramos o máximo partido, que é a rede”, referiu Daniel Fonseca. “Já vimos exemplos noutras situações onde, de repente, uma conversa leva a um novo projecto conjunto.”
Organizações sociais ganham rede para crescer com impacto
O Sonae Impact Circle reuniu 14 organizações para debater desafios de gestão, crescimento e impacto. A iniciativa aposta na capacitação, partilha de conhecimento e criação de redes entre organizações.













