Em 2023, eu arrumei as malas e saí de Recife, minha terra natal, para morar no interior do Mato Grosso. O motivo? Cursar Ciência da Computação.

Eu sabia que enfrentaria um choque cultural, o calor do Centro-Oeste e a saudade de casa. O que eu não imaginei é que o maior desafio seria a sensação constante de que eu era uma fraude no meio da minha própria sala de aula.

Se você estuda ou trabalha com tecnologia, provavelmente já passou por isso. Você senta na primeira semana de aula e parece que metade da turma já programa desde os 12 anos, fala termos técnicos que parecem outra língua e discute sobre ferramentas que você nem sabia que existiam.

Hoje, na reta final da graduação, focando meus estudos em Back-end e Dados, quebrando a cabeça com Go, Python e SQL, eu olho para trás e vejo o quanto essa cobrança silenciosa quase me paralisou.

Se você está sentindo que entrou no curso errado ou que todo mundo corre a 100 km/h enquanto você ainda está engatinhando, pega um café e vem ler este papo reto sobre como lidar com a tal da Síndrome do Impostor.