Casa projeta o dólar terminando o ano entre R$ 5,15 e R$ 5,20, nível acima dos R$ 5,01 atuais A combinação de fatores locais e externos favoráveis ao câmbio deu ao real destaque global neste primeiro semestre de 2026. Nas últimas semanas, no entanto, esse ambiente mais propício à divisa brasileira tem perdido força, em meio a mudanças no fluxo de capital global, que volta a se concentrar em ações de tecnologia, e diante de uma reprecificação sobre a política monetária do Federal Reserve (Fed). Essa mudança nos ventos externos, ao lado de maior volatilidade por conta das eleições presidenciais, deve deixar criar um cenário mais adverso ao real no segundo semestre, mas não a ponto de levar a moeda de volta a R$ 6, conforme aponta o economista Rafael Rondinelli, da MAG Investimentos.

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