O movimento de militares rebeldes confirmou a sua vitória em Portugal, sem precisar travar conflitos armados para as quedas do chefe do governo (António Maria da Silva) e do presidente do país (Bernardino Machado) nem para a dissolução do Parlamento.
A revolta iniciada na cidade de Braga, na sexta-feira (28), se estendeu pelo país, sendo inútil a ideia de tentar uma reação que, a princípio, planejou o governo.
Os militares revoltosos estão a caminho de Lisboa sem encontrar oposição. Líderes do movimento exigem que os integrantes da cúpula do novo governo de Portugal não pertençam a correntes políticas.














