O consórcio MEZ-RZK Novo Centro estuda a construção de apartamentos sobre o futuro Terminal Luz para parte das famílias que serão desapropriadas com a implantação do centro administrativo do governo de São Paulo, no Campos Elíseos. O espaço substituirá o Terminal Princesa Isabel e deve ser entregue até o fim de 2028, em terreno ao lado da estação da Luz, também na região central.
A construção de moradia acima do novo equipamento ainda está em fase de prospecção pelo consórcio, que decidirá nas próximas semanas se levará a proposta à gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) e à SPTrans, que receberá o terminal assim que concluído. A definição ocorrerá antes da assinatura do contrato da PPP (Parceria Público-Privada) —a ser firmado até o começo de julho.
Está em avaliação pelo consórcio a vantajosidade financeira da obra, pelos custos de construir uma laje sobre o terminal e a restrição de altura nas proximidades da estação da Luz, que é tombada. A definição das regras para a área envoltória daquele entorno está em etapa final de discussão no Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), que chegou a apontar até 28 metros em consulta pública.
A ideia repete em parte a proposta para o futuro edifício dos Correios, que deverá ser erguido em terreno na rua Albuquerque Lins, junto à estação Marechal Deodoro, na Santa Cecília. Diferentemente do terminal, que exigiria uma negociação à parte, a construção de apartamentos nesse caso já está prevista no edital da PPP, como facultativa.















