Homem está no Instituto de Infectologia Emilio Ribas e teve exame positivo para meningite; Viagem recente à República Democrática do Congo e quadro de febre iniciaram protocolo de vigilância O vírus ebola — Foto: Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 01/06/2026 - 08:48 Paciente em SP testa negativo para Ebola, mas positivo para meningite Paciente internado em SP com suspeita de Ebola teve teste negativo para a doença, mas positivo para meningite. O homem, que esteve na República Democrática do Congo, foi incluído no protocolo de vigilância após apresentar febre. O Instituto Adolfo Lutz realizou o sequenciamento genético. A Secretaria de Saúde de SP afirmou que o risco de introdução do Ebola no Brasil é muito baixo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O paciente internado no Instituto de Infectologia Emilio Ribas, em São Paulo, com um quadro que chegou a ser considerado suspeito para Ebola teve exame negativo para a doença. Ele já apresentou diagnóstico positivo para meningite. A testagem para Ebola foi feita por meio de sequenciamento genético no Instituto Adolfo Lutz (IAL) ao longo do fim de semana. O caso deverá ser descartado. O paciente de 37 anos esteve recentemente na República Democrática do Congo (RDC), país que tem regiões afetadas por um surto de Ebola. Já no Brasil, ele apresentou febre. Por conta desses dois aspectos, a viagem e o sintoma de saúde, ele foi incluído no protocolo de vigilância para a doença infecciosa. Neste sábado, ele testou positivo para meningite meningocócica. No domingo, o outro caso suspeito de Ebola que chegou a ser investigado no Brasil, no Rio de Janeiro, também foi descartado. Tratava-se de um quadro de meningite. Na semana passada, a Secretaria de Saúde de SP atualizou um documento que deu orientações sobre o atual surto de Ebola em curso na RDC. O documento fixou “medidas de vigilância, definição de caso, notificação imediata, isolamento, manejo inicial, fluxos assistenciais e investigação laboratorial no estado”, informou o governo. A Secretaria de Saúde de SP informou, ainda, que mantém “risco de introdução da doença no Brasil e na América do Sul permanece muito baixo”, isso considerando a dificuldade de transmissão e a inexistência de “voos diretos entre a região afetada e a América do Sul”.